A Cada ano é visto um crescimento do Setor de Logística e Transportes, como já relatado em outros artigos divulgados no Blog da PACER LOGÍSTICA, o setor de Transportes é um dos segmentos mais importantes da economia brasileira.

A reportagem divulgada no Portal INFOMONEY (http://www.infomoney.com.br), revela que as projeções do setor são positivas para 2012, apesar das variações do cenário doméstico que podem afetar o setor, sendo uma boa recomendação, investir em ações de empresas do Setor Logístico e de Transportes, sendo recomendado para investimentos de médio a longo prazo, como apresenta reportagem abaixo:

“É um setor que sofre quando atividade econômica está mais enfraquecida, seja em setores da indústria ou nas commodities. Isso é representativo, mas estas empresas exercem outras atividades que compensam”, é o que explica a analista da SLW CORRETORA, Rosângela Ribeiro.

Logística rodoviária e concessões

Neste sentido, para as empresas de logística rodoviária, que representam 60% do volume de mercadorias transportadas no Brasil, especialistas acreditam que serão marcadas principalmente pelo desempenho da economia nacional, embora também estejam sujeitas aos preços do petróleo, às intervenções do Governo, à manutenção das estradas entre outros aspectos.

“Esperamos declínio do segmento nos próximos anos devido a investimentos que estão sendo feitos no meio de transporte, principalmente ferrovias e hidrovias. No entanto, as empresas de logística devem ainda mostrar dependência dos negócios das operações com caminhões, não só para o transporte de curta distância, mas também devido à falta de infraestrutura no Brasil, em função dos baixos investimentos bem como o tamanho continental do país”, explica a dupla de analistas do Bradesco BBI , Edigimar Maximiliano e Luiz Peçanha.

Neste sentido, a equipe econômica do HSBC projeta um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 3,7% em 2012, um nível melhor que os 3,0% registrados em 2011.

Para a analista da SLW, Rosangela Ribeiro, a tendência é de que o crescimento neste segmento de transportes aumente, especialmente após a divulgação do pacote de incentivo do Governo à economia, o Brasil Maior. “Isso será refletido no ano que vem, no segundo trimestre”, espera.

Recomendações

Assim, Rosângela recomenda a compra das ações do setor, pela perspectiva de crescimento e aquecimento interno. “O setor de logística é atrativo como um todo e deve ser um bom investimento para 2012. Já em concessões o ritmo de crescimento também é muito acelerado e o potencial de avanço das empresas é muito grande”, aconselha a analista.

Na revista da Logweb, edição Outubro/2011. Falando sobre a Parceria da Pacer Logística e Winetag.

Em reportagem recente da Revista Logweb, edição de Setembro/2011.  A Pacer Logística foi destaque na matéria que trata sobre investimentos que as Principais Transportadoras do mercado estão buscando para crescer no mercado.

A Pacer Logística se beneficia com a Greve dos Correios, e o assunto foi divulgado no Caderno de Economia do Jornal O Globo.

Segundo pesquisa do Instituto Ilos divulgada esse mês as empresas braileiras gastam 8,5% de sua receita com logística.

Em 2005, os gastos com logística consumiam 7,4% da receita líquida das empresas. “Era esperado que as empresas conseguissem diminuir esses custos”, disse Maurício Lima, autor do estudo e diretor de Capacitação do Instituto Ilos, durante o Fórum Internacional de Logística. “O porcentual pode parecer pouco significativo, mas é uma conta que vai direto para o resultado. Em comparação ao lucro dessas empresas, a participação é enorme”.

Os custos com logística corresponderam a 10,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, o equivalente a R$ 391 bilhões. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos, o montante gasto com logística corresponde a 7,7% do PIB americano.

Lima explica que a relação entre o custo da logística e o PIB costuma diminuir conforme o desenvolvimento do País. “O Brasil diminuiu um pouco essa relação, mas ela começa a esbarrar na questão da infraestrutura. O modal rodoviário ganha importância”, contou.

A matriz de transporte brasileira está 65% baseada no escoamento via rodovias. Nos Estados Unidos, o modal rodoviário corresponde a apenas 28,7% do transporte de produtos e mercadorias. “Se o modal de transportes do Brasil fosse igual ao dos Estados Unidos em termos de distribuição, a economia seria de R$ 90 bilhões”, afirmou Lima. “Mas precisaria de anos de investimento em infraestrutura.

Mesmo confrontando com a Rússia, a Índia e a China, o Brasil está muito atrás, inclusive na malha rodoviária. Temos uma infraestrutura Pequena”.

Lima alertou que seriam necessários investimentos da ordem de 2% do PIB, cerca de R$ 70 bilhões, apenas em 2011, para atender ao aumento da demanda por transportes. “No PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estão previstos R$ 20 bilhões (em investimentos) em infraestrutura de transporte em geral, mas na prática o governo nunca consegue gastar tudo isso, então deve ficar em R$ 16 bilhões”, calculou.

O estudo do Instituto Ilos foi realizado com cem das mil maiores empresas do País.

Fonte: Agência Estado

Mais da metade (56%) das empresas ainda cuidam das suas atividades de logística internamente e 44% adotam a terceirização como estratégia de negócio, sendo que destes, quase 30% deixam de 6% a 10% de suas atividades logísticas nas mãos dos operadores logísticos.

É o que aponte uma pesquisa do Ibope Inteligência contratada pelo IMAM Feiras e Comércio, promotora da feira de intralogística Movimat.

O estudo mostra ainda que o perfil dos entrevistados mostra que a faixa de maior concentração de profissionais da área está entre 31 e 40 anos (37%) e mais de 44% possuem até 1 ano no cargo.

A pesquisa foi realizada com 70 empresas, de 14 segmentos distintos nas 5 regiões brasileiras.

Foram entrevistados diretores, gerentes e responsáveis pelas áreas de logística, supply chain, industrial e produção de empresas de varejo, atacado, automotiva, petróleo e gás, farmacêuticas, alimentícias, entre outras.

Os entrevistados foram questionados sobre a participação da atividade logística nos custos operacionais e o número de 16% foi identificado como a média.

Porém, quando questionados a respeito de estrutura de custos e se existe cálculos específicos de custos para se chegar nesta estimativa, nota-se que mais de 50% não consideram muitas atividades, que acabam passando despercebidas e consideradas de forma equivocada em outras contas.

“A causa desta não observância passa pela formação profissional e, principalmente, o grau de exigência dos profissionais em relação às oportunidades de otimização. O efeito disto se traduz na dificuldade para justificar maiores investimentos em soluções relacionadas à intralogística”, explica Eduardo Banzato, diretor da Movimat.

A pesquisa também avaliou o grau de conhecimento dos entrevistados em relação ao uso do termo “intralogística”. Cerca de 60% afirmaram conhecer o termo e 20% de todos os entrevistados usam a expressão no dia a dia de suas atividades

Após se consolidar no setor logístico carioca, a Pacer Logística começa a buscar novos mercados. A empresa acaba de inaugurar cinco novas sucursais no estado de São Paulo, um investimento de aproximadamente R$ 2 milhões. As novas unidades estão na capital e nas cidades de Guarulhos, Campinas, Sorocaba e Jundiaí. O objetivo da empresa é crescer 50% ainda em 2011.

De acordo com o diretor da empresa, Alexandre Caldas, o crescimento acompanha a demanda logística de cada região. “Rio de Janeiro e São Paulo têm mercados muito diferentes para o setor logístico. As nossas novas unidades têm uma demanda muito maior para o setor interno, como armazenagem, enquanto no Rio as solicitações pela distribuição são muito mais numerosas”, explica.

 A expansão no Estado de São Paulo permitiu a contratação de 150 novos funcionários e a entrada de aproximadamente 130 novos veículos entre automóveis e motocicletas. “O objetivo é fortalecer nossa atuação no estado, e aumentar ainda mais nossa frota em atuação, especialmente na capital paulista”, conclui Caldas.

Fonte: Logweb

A devolução de mercadorias produzidas pelo e-commerce gera uma crescente demanda por serviços de retorno de produtos por questões legais ou como uma maneira de fidelização.

A visibilidade da Logística Reversa tem se acentuado nos últimos anos em todo mundo e no Brasil em função da enorme quantidade e variedade de produtos, com ciclos de vida cada vez mais curtos, que vão para o mercado visando satisfazer aos diversos micro-segmentos. Esta profusão de mercadorias multiplica a necessidade de retorno de itens ainda não consumidos e daqueles já consumidos que na maioria das vezes ainda apresentam condições de utilização, porém estão defasados mercadologicamente.

A Logística Reversa tem como foco de atuação o equacionamento do retorno de desses produtos (consumidos ou não), de forma a recapturar valor econômico, obedecer determinação legal, prestar serviços aos clientes na cadeia de suprimentos, prestar serviços aos clientes finais através da assistência técnica, dar a destinação adequada a produtos, entre outros aspectos. Sua implantação em empresas ou setores empresariais propicia lucratividade, fidelização de clientes, garantia de destino dos produtos retornados etc., contribuindo de forma decisiva para o reforço de sua imagem corporativa ou de marca e, conseqüentemente, para sua competitividade.

É neste contexto de crescimento de mercados que se insere o comércio pela Internet, denominado de e-commerce, que tem apresentado crescimento importante nos tempos atuais e em particular no Brasil. Para se ter idéia, as vendas no ano de 2005 foram de R$ 2,8 bilhões e estão estimadas em R$ 13 bilhões para 2010, com crescimento de 40% ao ano.

Diversas são as razões deste crescimento: a disseminação de usuários de Internet que cresce a uma taxa de 30% ao ano prevendo-se que atinja um total de 55 milhões em 2010; pelo desenvolvimento da banda larga que cresce à razão de mais de 80% ao ano; por uma maior confiança no sistema devido à entrada gradativa de grandes grupos de comercio varejista; por uma crescente dificuldade de se ter em demonstração física a profusão e a variedade de produtos produzidos pelas empresas, entre outros possíveis motivos.

A flexibilidade na devolução de mercadorias no e-commerce é apoiada geralmente por legislação que permite ao cliente não aceitar o produto por diferentes motivos, desde que não ultrapassado um determinado prazo (no Brasil, sete dias), caracterizando desta forma um canal sujeito a níveis de devolução normalmente elevados em todo o mundo. Os níveis de retorno de produtos nos canais de e-commerce, à semelhança de vendas por telefone ou catálogo, menos comuns por aqui, variam de 25% a 35% em países como os Estados Unidos sendo de 5% a 10% no Brasil.

Assim, tem-se observado a tendência no País de empresas do grande varejo físico entrar nas atividades de e-commerce como forma de manterem-se competitivas, o que certamente intensificará as vendas e em consequência a quantidade de retorno de itens neste canal reverso.

Varejistas como Extra, Pão de Açucar, Magazine Luiza, entre outros, desenvolvem há mais tempo a atividade de e-commerce. Recentemente entraram neste mercado Wal-Mart e Casas Bahia, seguidos pela promessa de início do Carrefour em breve.

O impacto desse crescimento e da operação de empresas desse porte é significativo para as atividades de Logística Reversa. Na medida em que será cada vez mais necessário estabelecer sistemas logísticos reversos competentes e competitivos, abrem-se enormes possibilidades de negócios para prestadores de serviços especializados, operadores logísticos, liquidadores de estoques residuais, empresas de mercados secundários, empresas de destinação final, recicladores, empresas de conserto e reparos, remanufaturadores, recondicionadores de produtos, entre outros. O tema será discutido, entre outros aspectos da Logística Reversa, em mais detalhes durante o 1º Fórum Internacional de Logística Reversa, que ocorre em 13 de maio, em São Paulo, com apresentação de cases e palestras nacionais e internacionais.

Assim, a Logística Reversa pode ser, em todos os setores de sua atuação, uma das melhores oportunidades de enfrentamento da crise mundial por que passamos, se estruturada de forma eficiente.

Fonte: Logística Reversa Pro – Paulo Roberto Leite, Presidente do Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB) e professor universitário – http://virou.gr/lE2Dxh

Conforme saiu hoje na matéria do Portal de Economia do IG  (Guilherme Barros) :

Eles ganharam roupa social e gravatas e agora se destacam pelo trânsito caótico das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Os rapazes alinhados fazem parte de uma equipe de motociclistas da Pacer Logística.

A idéia surgiu para atender as necessidades de escritórios, especialmente os de advocacia.

Os contratados têm segundo grau completo, e recebem um salário 20% maior que o padrão de mercado.

Os “Motociclistas VIPs” ganham ainda treinamento de etiqueta e sabem dar entrada em documentos e processos simples em cartórios.

“Queremos prestar um serviço distinto aos nossos clientes. Ainda existe muito preconceito contra os chamados ‘motoboys’. Aqui nós os chamamos de motociclistas e investimos em treinamento para que eles possam se destacar pela educação, bom atendimento e apresentação”, explica Luciano Guedes, diretor da Pacer.

Garantir a sustentabilidade ou preservar a imagem das corporações? Ao que parece, ainda é tênue a linha que separa as atribuições da logística reversa. Em uma época de questões politicamente corretas, o processo que envolve o transporte de embalagens e de determinados resíduos do consumidor a sua origem (fabricante), evitando o descarte inadequado na natureza, virou tema recorrente entre empresas e entidades do setor.

De acordo com Paulo Roberto Leite, presidente do CLRB (Conselho de Logística Reversa do Brasil), em artigo publicado no Portal Webtranspo, essa visibilidade se acentuou nos últimos anos no Brasil e no mundo em razão da enorme quantidade e variedade de produtos, com ciclos de vida cada vez mais curtos. Esta realidade multiplica a necessidade de itens já consumidos ou não que perderam o valor mercadológico mais que podem ser reutilizados.

Maricê Léo Sartori, consultor e professor de logística da Fatec (Faculdade de Tecnologia de Americana), afirmou que atualmente as companhias estão criando planos para evitarem o prejuízo de ter a sua imagem arranhada perante a sociedade. “A maioria dos grupos possuem ações em bolsas de valores e o descarte indevido pode causar sérios danos à imagem corporativa”, considerou o professor.

No entanto, a questão transcende problemas corporativos, motivo pelo qual o governo brasileiro lançou em agosto do ano passado a “Política Nacional de Resíduos Sólidos”, que estipula o caminho de volta dos produtos com o envolvimento de consumidores, comerciantes, distribuidores e fabricantes.

Entre eles, estão os mais nocivos como agrotóxicos, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas fluorescentes e eletroeletrônicos. Segundo Sartori, a meta nacional é reciclar 30% dos resíduos até 2022.

Conta

Mas para que essa meta seja alcançada, o consultor citou que algumas diretrizes precisam ser tomadas. “A logística reversa tem diversos apelos. No papel é muito bonito, mas alguém precisa pagar a conta”, declarou. Segundo ele, para desonerar a sociedade, a tendência é que os próprios produtores paguem pelo processo logístico – retirar, tratar e destinar.

“Um exemplo que pode ser citado é o das pizzarias. Elas teriam a obrigação de retirar a caixa na residência do consumidor ou nos pontos estratégicos de coletas. Isso abriria a possibilidade para que eles se transformem em operadores de logística reversa”, prosseguiu Sarori salientando que a partir daí, o governo poderia pensar em uma forma de reduzir os tributos de empresas que dão bons destinos aos resíduos.

Um caso que deu certo, segundo ele, foi o realizado pela Abrividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), que, “por questão de sobrevivência”, criou um plano efetivo para recolher todo e qualquer tipo de embalagem de vidro.

Maior desafio

Para o professor, o grande desafio é ajustar o plano logístico. Segundo ele, a maioria dos resíduos está nos centros urbanos (casa do consumidor), fato que gera dificuldade de locomoção para quem vai transportar. “É preciso pensar onde centralizar as estações de coletas e aumentar a transportabilidade a fim de minimizar o prejuízo das operadoras que estão recolhendo”, salienta.

Fazer o transporte do produto em seu estado normal causa diversos problemas pelo acúmulo de volume. “É preciso desmontar, descompactar prensar e moer”, diz.

O mercado já oferece modelos de máquinas e o no Brasil já existem nove delas para moer resíduos, instaladas nas próprias estações de coletas, que podem ser em supermercados, shoppings, metrôs e parques. Segundo Sartori, a previsão é que até o fim deste ano o número dessas máquinas chegue a 130 no território nacional.