Nos dias de hoje, ninguém se faz de desentendido quando houve falar em motoboys. Afinal de contas, trata-se de uma recheada camada de trabalhadores, que toma conta das ruas e avenidas das cidades, especialmente nos horários de pico.
A Pacer Logística, considera importante as mudanças na legislação no que diz respeito a melhorias na segurança de trabalho dos motociclistas.
Mas como se tornar um Motoboy?
Há diversos requisitos para exercer legalmente a função de motociclista, veja agora um resumo do que é necessário:
Primeiramente é necessário a realização de um Curso de Treinamento e Orientação, ministrado por Centro de Formação de Condutores credenciado ao Departamento de Transportes Públicos. O Objetivo do curso é atualizar conhecimentos de normas de trânsito e da atividade profissional, além de transmitir técnicas de direção defensiva, primeiros socorros e princípios de relações humanas.
Mas também não é só o Motoboy que deve estar adequado, mas também sua moto.
A máquina tem de ser original de fábrica, ter o mínimo de 120 cilindradas e o máximo de oito anos de uso. Além disso, deve estar identificada como veículo de carga, licenciada com a placa vermelha do Detran e equipada com alguns itens de segurança, como antena para proteção contra linhas de cerol, fios e cabos aéreos e protetor para as pernas (mata-cachorro).
Outra exigência está relacionada ao baú, também obrigatório. A parte traseira precisa ser identificada com nome e telefone da empresa do trabalhador.
Após todos esses passos, fundamentais para a regulamentação do serviço, o motociclista enfim pode se dizer um motoboy legalizado dentro da categoria que representa.
“Quando o motorista e as pessoas de moto geral se depararem com um motociclista padronizado no trânsito, saberão que ali tem um profissional regulamentado, ou seja, irão vê-lo com outros olhos”, afirmou Aldemir Martins, o Alemão, presidente do Sindimoto (Sindicato dos Trabalhadores Motociclistas do Município de São Paulo).
“A regulamentação é a melhor alternativa para aumentar a auto-estima dos profissionais e fazer com que eles sejam encarados com maior respeito por parte da sociedade”, completou o presidente.