Segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), São Paulo registrava no inÃcio do segundo trimestre desse ano uma frota de 834.064 motocicletas, um aumento de mais de 22% em relação há dois anos. E pelos cálculos do Diretor da CET, metade das empresas que empregam motoboys na cidade são clandestinas.
Pelas informações levantadas, hoje são mais de 589 empresas cadastradas na capital que atuam prestando serviços de motoboy e segundo os cálculos deve haver pelo menos o mesmo número de empresas clandestinas.
A prefeitura tem atuado em conjunto de sindicatos e o departamento de transportes público, localizando as empresas por denúncias. Essas empresas são intimadas e damos um prazo para regularização. A dificuldade é que muitos motofretistas não possuem endereços e atuam tendo como base até carros estacionados em ruas.A Prefeitura de São Paulo informa que o mais importante é trazer a categoria para a formalidade. Nos últimos anos há um avanço por parte dos sindicatos nessa linha, identificando e regularizando os motociclistas na capital. Mas ainda há muito que estão na informalidade.  É comum alguns motociclistas se unirem e formarem uma empresa que geralmente não trabalha totalmente na legalidade.
Portanto, na hora de escolher uma empresa de prestação de serviços de entregas rápidas e terceirização logÃstica é importante avaliar se a empresa é legalista e conhecer o histórico de clientes e como essa empresa trabalha para que não venha ter problemas após a aquisição do serviço.