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  • 24
  • set

Dicas de embalagem

 

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A embalagem é um dos itens mais importantes na hora de transportar uma mercadoria. Proteger e garantir a integridade da carga do começo até o final da viagem é fundamental.

Para que suas encomendas cheguem ao destino em boas condições, é necessário que elas sejam embaladas corretamente. Confira algumas dicas:

Embalagem e integridade das mercadorias

– Utilize somente caixas resistentes e em bom estado, de preferência grande o bastante para que tenha espaço suficiente para o material de proteção do conteúdo;

– Embale os conteúdos separadamente e insira no centro da caixa, protegido em todos os lados por pedaços de polietileno ou plástico bolha;

– Mantenha-os o mais separado possível entre si, das laterais e das dobras da caixa, a fim de reduzir a probabilidade de que se rompam ou danifiquem;

– Use uma quantidade suficiente de material de proteção (plástico bolha, espuma divisões de papelão e papel ou jornal amassado) em cada produto, para assegurar que o conteúdo não se mova facilmente.

– É importante ressaltar que os objetos extremamente frágeis ou pesados requerem uma embalagem especial.

 Lacre dos volumes

– Feche a caixa utilizando uma fita adesiva resistente – de cinco centímetros de largura – própria para envios;

– Não utilize fita autoadesiva de papel ou fita adesiva transparente de celofane, pois não possuem a resistência necessária para manter os pacotes fechados com segurança;

– Não utilize barbante para fechar a caixa.

 Identificação de volumes

-Imprima ou escreva claramente o endereço, o CEP e as informações do destinatário de maneira clara e insira de forma bem firme na superfície da caixa (do lado de maior dimensão).

 

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  • 26
  • nov

Obrigatoriedade do CT-e e as consequências para agregados

 

O transporte de carga – majoritariamente realizado por meio de rodovias no Brasil – pode ser feito por empresas, profissionais autônomos e também por caminhoneiros agregados. Estes últimos, assim como os autônomos, também são donos de seus veículos, mas costumam prestar serviço para uma mesma empresa, ou seja, trabalham como funcionários de uma transportadora, porém sem vínculo empregatício. Para o contratante, a vantagem é de não precisar ampliar a frota investindo em novos caminhões, e para o agregado existe a possibilidade de trabalhar como freelancer nas horas vagas.

No entanto, a exigência de alguns documentos pelo Fisco pode dificultar a vida desses profissionais. É o caso do Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e, documento digital que comprova a prestação de serviço de transporte de carga em todo o país, obrigatório desde o fim do ano passado. Tanto a emissão quanto o armazenamento das informações do CT-e são feitos eletronicamente, o que exige certas formalidades, como a necessidade de adquirir um certificado digital, contratar um sistema emissor de CT-e e ter um conhecimento mínimo sobre a legislação tributária para preencher as informações do conhecimento eletrônico.

Não que o transportador não precisasse ter esse compromisso antes do CT-e, todavia o conhecimento era preenchido em papel, com menos informações, não havia uma fiscalização rígida e a validação era feita bem depois do serviço executado. Atualmente a emissão é on-line e o risco de infração é bem maior, estando sujeitos a autuações tanto o transportador agregado quanto a empresa contratante, caso haja informações incorretas. Em São Paulo, por exemplo, se houver irregularidades, a legislação define multa para o transportador e também para quem promove e recebe a mercadoria.

De acordo com o artigo 527 do RICMS/SP “entrega, remessa, transporte, recebimento, estocagem ou depósito de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal: multa equivalente a 50% (cinquenta por cento) do valor da operação, aplicável ao contribuinte que tiver promovido entrega, remessa ou recebimento, estocagem ou depósito da mercadoria; 20% (vinte por cento) do valor da operação, aplicável ao transportador; sendo o transportador o próprio remetente ou destinatário – multa equivalente a 70% (setenta por cento) do valor da operação”.

Uma alternativa para esse problema seria permitir que a empresa contratante fornecesse ao transportador agregado as informações necessárias, como Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) e cálculo de impostos. Nesse caso, o transportador receberia esses dados e preencheria as informações adicionais, como placa de caminhão e seguro, e encaminharia o arquivo para autorização na Secretaria da Fazenda.

Essa simples conduta diminuiria os riscos da infração ser gerada devido à inexperiência ou digitação incorreta do transportador, além de permitir que empresas contratantes continuem a ter opções de transporte para fazer a distribuição de sua carga.

Fonte: Portal Logweb por Maicon Klug

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  • 11
  • nov

Vilões da acuracidade de estoque: como minimizar os erros do picking

Se observarmos os macros processos de uma operação logística – recebimento, armazenagem, picking e expedição, é possível verificar erros no processo que estão ligados à falta de conhecimento e de atenção.

Os erros por falta de conhecimento são mais fáceis de serem corrigidos, pois podem ser sanados através de treinamentos e definições de fluxos operacionais. O erro por falta de atenção é mais difícil de ser controlado, pois ocorre devido às pressões do ambiente interno e externo da organização que o colaborador está exposto.

No processo de picking, os principais erros que ocorrem são separação do produto incorreto, neste caso acontece erros de Stock Keeping Unit (SKU) diferentes, ou de dados logísticos diferentes, como lote de fabricação, data de vencimento, data de fabricação, serial number, entre outros, fragmentação de quantidade incorreta e “esquecimento” de itens. Estes problemas acontecem normalmente na troca de turno, na saída e no retorno do horário de refeição.

A atividade de picking é a mais complexa do armazém, que impacta diretamente nos custos de operação. A pergunta para este cenário é: como minimizar as falhas?

A implantação de um Warehouse Management System (WMS) utilizando o módulo automatizado (com leitor de código de barras) atua diretamente nos erros citados acima, pois, fazendo o uso do o coletor de dados no picking, no momento da leitura do código de barras do produto, o sistema valida se mesmo item que está sendo lido é o solicitado, evitando assim que aconteça a separação de objetos incorretos.

No processo automatizado é possível fazer a separação realizando a leitura de unidade a unidade ou a consulta da etiqueta do produto e a digitação da quantidade separada. Ainda, com a implantação do WMS, é possível realizar a conferência de expedição, na qual é realizada a leitura dos produtos após o picking, validando se a quantidade separada é a correta. Também é possível implantar a conferência de embarque, checando os produtos que estão sendo embarcado nos veículos.

Por padrão, o sistema obriga que seja realizada a leitura dos códigos de barras dos produtos para a confirmação da separação. No processo seguinte, de conferência de expedição, é possível detectar a falta do produto e verificar de qual endereço foi confirmada sistemicamente a separação, anulando a possibilidade de esquecimento de itens.

Além do auxílio da redução dos erros citado acima, o WMS, na gestão do picking e expedição, agrega ganhos ao processo como a roteirização, a gestão da realização de ondas de separação com possibilidade  de atendimento por agrupamento ou pedido individual, a possibilidade de montagem de packing no picking e, ou, na conferência de expedição, além do controle do número de série, auditoria do picking e validação do índice de fragilidade dos produtos na montagem do pallete de transporte durante a separação.

O processo também garante a validação do FIFO, FEFO, data de vencimento, a pré validação do saldo (físico e fiscal) antes de iniciar a separação e na geração de etiqueta de expedição. A redundância de digitação de dados também é inibida, pois existe a possibilidade de integração de pedidos através de EDI´s e XML de nota fiscal eletrônica.

É importante ressaltar que, além do aparato tecnológico, definição de fluxo do processo, definição de funções e responsabilidades no processo, organização física e determinação de espaço físico para acomodar o pós picking, a pós conferência e o pré-embarque são fundamentais para que o processo de picking seja realizado de forma eficiente e eficaz.

Ainda dentro deste tópico, vale destacar a atenção nos processos de recebimento, movimentação e inventário, buscando a diminuição da ocorrência de quebras de estoque (divergência física versus sistêmica), que são uma das principais causas de perda de tempo na atividade de separação.

Fonte: Portal Logweb por Eduardo de Souza Canal

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  • 31
  • jul

A logística atual, ferramenta de eficiência e lucros

Nos últimos anos, o Brasil se transformou. Com medidas acertadas na organização do Estado, que coincidiram com a aceleração da globalização, o país se inseriu definitivamente na economia mundial.

Diante dessa nova realidade, do rápido desenvolvimento industrial, inclusive com a entrada de players que ignoravam até então o mercado brasileiro, e da inédita estabilidade financeira, as empresas se viram diante de situações anteriormente desconhecidas ou pouco relevantes. A mais importante era a sobrevivência em um cenário que, do dia para a noite, se tornou extremamente competitivo.

Companhias acostumadas a equilibrar seus balanços em engenharias financeiras possíveis diante da bagunça monetária vigente até os anos 90 perceberam que havia chegado o momento de serem eficientes. Dentro desse contexto, a logística emergiu como solução. Ficou claro que dentro de todo o processo de movimentação e armazenagem de produtos existia bastante espaço para a diminuição de custos operacionais. Para isso, no entanto, era necessário muito planejamento e especialização.

Nesse sentido, as empresas se deram conta de que para se tirar proveito da logística era necessário um grau de competência e capacidade de investimento que elas não conseguiriam (ou não compensaria) suportar internamente. A solução, na maioria dos casos, foi a terceirização. Dessa maneira, a logística deixou de ser apenas uma etapa do comércio e tornou-se, individualmente, um segmento da economia com o estabelecimento dos Operadores Logísticos.

Atualmente, essas companhias especializadas são parceiras das maiores empresas do país e responsáveis pela imensa maioria das inovações absorvidas pela atividade. Houve enorme evolução no planejamento, com a introdução de conceitos de gerenciamento da cadeia produtiva e de distribuição, entre outros, recursos tecnológicos são amplamente empregados para o controle das operações, aumentando a segurança e a eficiência de todo o processo, e, também, ocorreu uma intensa capacitação da mão de obra. Os resultados para as empresas são incontestáveis.

Da mesma maneira, o segmento de Operadores Logísticos também prosperou. Se, no início, este era um ramo que apenas absorvia investimentos sem retorno imediato, hoje seus controladores começam a colher os frutos.

Em um estudo ainda inédito da AWRO Associados Logística e Participações, “Logística, um ensaio da realidade”, foram identificadas 44 companhias do segmento com receita anual superior a R$ 5 bilhões. Ficou constatado, também, que a demanda por serviços de logística cresce em um ritmo três vezes mais acelerado que o do PIB, e essa equação, devido às diversas variáveis analisadas pelo estudo, vai se manter durante muitos anos. Por isso tudo, apenas a iniciativa privada, inclusive grandes fundos de investimento, pretende despejar cerca de R$ 20 bilhões em investimentos no setor.

Sem dúvida, um cenário promissor, mas, outro ponto significativo identificado pelo estudo, a logística se tornará a cada dia mais um negócio para poucos e grandes. O grau de profissionalismo alcançado pela atividade exige, atualmente, investimentos bilionários e a capacidade de esperar por retornos a médio e longo prazos que, em alguns casos, pode ser de até 20 anos.

A tendência, portanto, é ocorrer uma concentração de mercado entre poucas dezenas de Operadores Logísticos. Fusões e aquisições se tornaram frequentes e devem se acentuar. Os empresários interessados nesse setor devem, obrigatoriamente, considerar essas movimentações.

Enfim, a atividade logística finalmente amadureceu no Brasil. Hoje oferece ricos benefícios para aqueles que a utilizam de maneira correta e rende dividendos para os investidores. Para que o ambiente se torne ideal, basta a contrapartida governamental na reconstrução da infraestrutura. E mesmo nesse ponto, embora de maneira mais lenta, também estão ocorrendo avanços. Bons tempos aguardam o setor.

Fonte: Portal Logweb por Antonio Wrobleski Filho

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  • 29
  • jul

Dicas para escolher boas transportadoras

Escolher uma transportadora é algo que exige certos cuidados. E para evitar surpresas futuras é sempre importante realizar uma boa pesquisa antes de fechar o acordo com a empresa que transportará sua carga.

Algumas dicas importantes devem ser levadas contas e auxiliarão a busca por uma transportadora:

Pesquise incessantemente: É sempre importante colher dados das empresas, verificando níveis de preço praticados por transportadoras semelhantes para as operações e rotas que você usa mais e verificar sempre se o prestador de serviços que atende sua empresa segue ou não as melhores práticas de mercado.

Testes e experimentos: É bom as vezes realizar “experimentos” com transportadoras, preferencialmente em operações menores, onde problemas e erros não afetarão significativamente seu negócio. Às vezes, você pode encontrar soluções melhores ou preços mais em conta para rotas e operações específicas.

Mais Cotação: Quanto mais cotações e ofertas de transportadoras você tiver, e com maior frequência, melhor. Além de manter você sempre informado a respeito das práticas e condições em cada mercado que você atua, um número maior de cotações permite à sua empresa traçar médias de mercado e até mesmo projeções de gastos e custos.

Especialização: O tipo de produto e as características de cada mercado influenciam também a escolha de uma boa transportadora. O ideal é sempre buscar serviços de frete que possuam alguma afinidade com o mercado no qual sua empresa atua, ou já atendam clientes desse setor específico.

Online e offline: Para garantir que sua empresa sempre esteja tendo acesso às melhores oportunidades, o melhor é buscar fornecedores e transportadoras tanto online quanto offline.

Frota: Exija dados mais objetivos em relação à composição da frota de cada transportadora e sempre que possível verifique o estado de conservação e manutenção dos veículos utilizados para frete.

Certificações: Apesar de nem sempre ser um sinônimo de qualidade e atendimento, certificações existem por algum motivo. Certificados ISO e outras variações são bons referenciais para se encontrar empresas de carga e transporte também.

Para ler a notícia na íntegra, acesse: http://cargobr.com/blog/transportadoras/

Fonte: CargoBR

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  • 06
  • jun

06 de Junho – Dia da Logística

 
Dia 6 de junho é comemorado o Dia da Logística. Esta data é uma referência ao dia em que possivelmente houve o maior movimento logístico já conhecido na história. Este acontecimento que foi o desembarque das forças aliadas na Europa, ao término da II Guerra Mundial, imortalizado como o “Dia D”.

Desde os tempos bíblicos, no entanto, os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos.

Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre o mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.

Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, por exemplo, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.

Essa visão da logística relacionada apenas com as questões táticas e estratégias militares acabou com o fim da Segunda Guerra Mundial.

Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis, entrando no dia-a-dia de todas as instituições, publicas e privadas e, diretamente na vida das pessoas.

É impensável enxergar o mundo atual sem a presença da atividade logística com todos os seus níveis de especialidade e de serviços. A origem grega de seu nome – logos, ou seja, calcular, pensar e analisar – abriga o conceito moderno que serve, inclusive, de base para a ação de pessoas, instituições e empresas que desejam atingir a excelência.

As  novas tecnologias, novas necessidades impostas pelo mercado criam, a cada dia, novos papéis para a logística que acaba influenciando no projeto dos produtos, das parcerias e das  alianças estratégicas, além de outros processos vitais para o desenvolvimento das empresas e da própria sociedade. E, à medida que os recursos produtivos estão cada vez mais dispersos pelo globo, a logística torna-se mais integração e coordenação.

Em suma: é o diferencial que faz as empresas e pessoas efetivamente terem o desempenho desejado num mundo cada vez mais competitivo e globalizado em todas as áreas do conhecimento e do empreendedorismo.

Portanto, é com muita satisfação que saudamos na data de hoje todos os profissionais e as empresas envolvidas nesta incrível e fascinante atividade que vai além de oportunidades de redução de custos ou de prazos de entrega, disponibilidade de produtos ou de busca de novas metodologias de custeio, por exemplo.

A logística é uma ciência, cujo resultado final, como toda ciência, serve à melhoria do homem frente aos seus constantes desafios de  crescimento, tanto individuais como coletivos. Ela torna o mundo melhor ao fazê-lo menor, compacto, completo, interligado e ao alcance de todos, certamente.

Fonte: Intelog/ Redação News Log PC Flores