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Visualizando categoria: Notícias do Mercado

  • 16
  • mar

Vendas no e-commerce têm alta de 15,3% em 2015

blog-23-02

Segundo o levantamento da E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações de comércio eletrônico do Buscapé Company, as vendas realizadas em 2015 nas lojas virtuais brasileiras apresentaram um crescimento nominal de 15,3% na comparação com 2014, alcançando um faturamento de R$ 41,3 bilhões.

Apesar do cenário sócio econômico do País, os números comprovam que para o setor o ano foi positivo, com um total de 106,5 milhões de pedidos. O tíquete médio subiu 12%, atingindo um valor médio de R$ 388 – em parte devido à inflação, que também elevou os preços dos produtos vendidos online, no decorrer do ano.

“O comércio eletrônico ainda é um setor muito atrativo na economia brasileira e acreditamos que ainda existe muito espaço para crescimento. O mercado ainda continuará apresentando crescimento em 2016, principalmente pelo aumento das vendas via dispositivos móveis.” comenta André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

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  • 21
  • jan

2015 é o ano de superar os desafios do mercado de transporte com planejamento e inovação

A PACER LOGÍSTICA visando o melhor para seus clientes está sempre inovando e investindo em tecnologias. Possuímos um sistema integrado entre filiais e parceiros com banco de dados único, facilitando a rastreabilidade da mercadoria tanto nos serviços de transportes e armazenagem com o objetivo de reduzir do tempo de transito das mercadorias e possibilitar a precisão do quantitativo de materiais armazenados.

Para conhecer mais os nossos serviços, acesse: http://www.pacer.com.br/transportes-cases-e-diferenciais/

Segundo a ANTT, 2015 inicia com muitos desafios no segmento de transporte de cargas. E para conciliar as expectativas das empresas com relação ao mercado é necessário as mesmas invistam em tecnologias para suprir as demandas do setor.

Veja a reportagem divulgada pelo portal Segs: http://goo.gl/1MzcAg

 

 

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  • 15
  • out

Caminhões de todo o país devem ter tacógrafo digital

O Ministério Público do Trabalho (MPT) recomendou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que implemente regulamentação administrativa exigindo a adoção do tacógrafo digital para os veículos destinados ao transporte de carga no país.

O equipamento registra de forma automática os dados relativos à condução dos veículos, tempo de direção e de repouso dos condutores. A recomendação foi encaminhada à Agência Reguladora, no dia 15 de setembro, após várias reuniões do MPT com dirigentes da ANTT.

O documento pede que todos os veículos de carga que necessitem do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas passem, em prazo razoável, ainda não definido, a adotar o tacógrafo digital. O MPT entende que essa providência irá viabilizar o controle do tempo de direção e permitir aos órgãos de fiscalização do trabalho e do sistema nacional de trânsito a elaboração de políticas públicas que garantirão à sociedade um trânsito mais seguro e condições dignas de trabalho aos motoristas profissionais.

O equipamento digital é mais seguro e mais preciso do que o analógico e permite comprovar se os motoristas e as empresas de transporte cumprem a legislação quanto ao tempo de condução e de repouso dos motoristas. Caos O setor do transporte rodoviário brasileiro vem sendo investigado pelo MPT desde 2007. As milhares de mortes envolvendo motoristas de carga geram um prejuízo anual de mais de R$ 60 bilhões à sociedade.

O MPT também constatou que o excesso de jornada é o principal causador do caos rodoviário, levando cerca de 30% dos motoristas profissionais ao uso de drogas. Segundo o procurador do trabalho Paulo Douglas Almeida de Moraes, “neste cenário, torna-se essencial o efetivo controle da jornada de trabalho e do tempo de direção dos motoristas, tarefa que se mostra dificultada pelas vulnerabilidades do tacógrafo tradicional, que além de dificultar a coleta de informações é suscetível a fraudes”, ressalta.

Fonte: Ministério Público do Trabalho

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  • 30
  • set

Logística reversa de embalagem sairá do papel

Uma parte importante da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), publicada em 2010, está prestes a sair do papel. Trata-se da implementação da logística reversa para os setores de embalagens em geral e de lâmpadas.

Isso porque o Ministério do Meio Ambiente abriu consulta, nesta semana, sobre acordos setoriais para as duas cadeias. Apesar de a Lei 12.305, que institui a política de resíduos, ter quase quatro anos, a falta dos acordos limita sua aplicação. Pelo menos seis cadeias produtivas (agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletrônicos) precisam do documento.

No entanto, até agora, apenas a cadeia de óleos lubrificantes conseguiu assinar um acordo com o Ministério do Meio Ambiente para reciclagem. O documento saiu em dezembro do ano passado.

Segundo a política de resíduos, tanto fabricantes quanto importadores, distribuidores e comerciantes são responsáveis por criar um sistema para a destinação final dos resíduos. O mecanismo deve operar de forma independente dos sistemas públicos de limpeza.

Demanda

“Já foi tempo demais em conversas. Isso só atrasou a adoção de ações mais adequadas ao meio ambiente”, afirmou o diretor-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), Carlos Vieira da Silva Filho.

Ele destaca que a política deu um prazo de quatro anos, encerrado no dia 2 de agosto, para algumas medidas, como o fim dos lixões e a obrigatoriedade de planos municipais para a gestão de resíduos sólidos. Já para a implantação dos sistemas de logística reversa, não foi estabelecido prazo.

O diretor da Abrelpe ainda explica que os acordos em consulta pública já passaram pelo crivo das empresas – que fazem a proposta – e do governo. Quer dizer, já foram aprovados pelas partes mais diretamente envolvidas, o que pode indicar que a situação se aproxima de um desfecho.

Importância

Bruno Feigelson, do Ribeiro Lima Advogados, acredita que acordo do setor de embalagens é o mais relevante de todos, pois abrange uma infinidade de empresas. Para ele, a legislação ambiental segue uma tendência mundial no sentido de começar a olhar para empresas de consumo – e não mais apenas para a produção.

Até hoje, a questão ambiental era a mais cobrada das empresas do começo da cadeia produtiva, como as de mineração, petróleo ou energia. “O que estamos vendo é apenas um pingo de uma tempestade de obrigações voltadas ao consumo”, afirma o advogado.

Feigelson acrescenta que as empresas ainda não estão dando a devida atenção ao assunto. Principalmente nos ramos de consumo, “muitas que não têm preocupação ambiental”, diz ele. “Mas, agora, com as mudanças, vão precisar ter”.

Fonte: DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços

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  • 19
  • ago

Mercado de condomínios logísticos continua em ritmo de crescimento

O Brasil ainda passa por um momento econômico não favorável. Mesmo com esse cenário, o mercado de condomínios logísticos nacional fechou o segundo trimestre do ano com absorção de 270 mil m², o que representa um aumento de cerca de 8% em relação ao trimestre anterior. Os dados são da consultoria Colliers International Brasil.

De acordo com o estudo, São Paulo foi a região que mais teve absorção, com 218 mil m². O Paraná aparece na sequência, com 48 mil m², e o Rio de Janeiro ocupa a terceira colocação com 38 mil m². A região de Minas Gerais foi a que apresentou a maior absorção negativa, cerca de 40 mil m².

Os preços médios pedidos de locação ficaram estáveis em grande parte do Brasil, fechando o período em R$ 18,50 m²/mês. Amazonas e Rio de Janeiro são os Estados com os preços pedidos mais elevados, R$ 23,00 m²/mês. São Paulo aparece em seguida com R$ 21,50 m²/mês. O Ceará é o Estado com preço médio pedido mais baixo, R$ 14,70 m²/mês.

A taxa de disponibilidade do País se manteve quase no mesmo patamar, passando de 17,10% no primeiro trimestre do ano para 17,92%. A disponibilidade deve aumentar nos próximos trimestres, uma vez que o mercado nacional deve receber mais de um milhão de metros quadrados.

Fonte: Revista Mundo Logística

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  • 13
  • jun

Contran eleva tolerância de peso por eixo

De acordo com  a Revista Carga Pesada, o Contran elevou a tolerância  para 10% o limite de peso por eixo para os veículos de carga. Contudo, a regra só vale para os caminhões e carretas que não ultrapassarem o limite de 5% do peso bruto total (PBT) ou peso bruto total combinado (PBTC). Veja abaixo a notícia completa:

Contran eleva tolerância de peso por eixo para 10%

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta sexta-feira (6), no Diário Oficial da União, a resolução 489, que aumenta para 10% o limite de peso por eixo para os veículos de carga. Mas, atenção, a regra só vale para os caminhões e carretas que não ultrapassarem o limite de 5% do peso bruto total (PBT) ou peso bruto total combinado (PBTC). Ultrapassando esta tolerância do peso total, a margem por eixo fica em 7,5%.

“Foi uma decisão acertada o aumento da tolerância na pesagem por eixo para 10%, sem modificar o peso bruto. Já vínhamos alertando para essa necessidade”, afirma o engenheiro mecânico especializado em transporte de carga, Rubem Penteado de Melo.

Ele ressalta que, em determinados segmentos do transporte, era muito difícil, “para não dizer impossível”, acertar exatamente o peso de cada eixo. “Aumentou-se a tolerância para aplicar a multa nos eixos, mas, corretamente, não se aumentou o peso bruto total dos veículos. Os caminhões não foram autorizados a levar mais peso”, ressalva.

Melo salienta que muitos técnicos acham que a tolerância deveria ser “zero”. “Mas, se forem carregar na floresta um tritrem com toras, vão ver que é impossível fazer essa tarefa sem uma margem de pelo menos 10%”, declara.

A resolução também estabelece novas regras para o transbordo ou remanejamento de carga.  Para quem mantiver até 5% de excesso em peso bruto, só haverá transbordo ou remanejamento a partir de 12,5% de excesso nos eixos. Até este limite, o veículo será apenas multado. Para quem estiver com excesso acima de 5% de peso bruto, valem as regras antigas.

Clique no link ao lado e veja a resolução: http://goo.gl/f8uhct

Fonte: Revista Carga Pesada